domingo, 27 de maio de 2012

A Informática no Futuro


Uma visão interessante do nosso futuro com a informática.
Imagine a utilidade da informática no futuro. Não existirá mais pessoas que se perdem viajando para algum lugar, não existirá mais dinheiro, telefone será coisa do passado, aquele velho inconveniente de acabar o combustível onde não existe posto também será coisa ultrapassada, televisão interativa onde o espectador escolhe o que vai assistir, etc.
Sonhos? Utopia? Que nada! Muitos pensavam assim no século passado quando do início da Revolução Industrial. Avião? Carros rodando a 300 Km por Hora? De jeito nenhum!
Em um futuro bem próximo, a informática estará tão presente em nossas vidas que nem perceberemos. Já existem redes de TV em todo o mundo fazendo experiências com a TV interativa (nada de Hebe!), onde o espectador escolhe o que vai assistir, qual o horário, e inclusive, podendo fazer compras nos intervalos (quando existem). Também já está em fase experimental na Europa e E.U.A. o vídeofone, onde além da voz, a imagem da pessoa também é transmitida para o outro aparelho.
Calculadoras e as velhas agendas de papel já caíram em desuso. O que nós vemos atualmente são pessoas simples abolindo a velha agenda de papel e utilizando os poderosos “chips” para armazenar suas informações em agendas portáteis ou em notebooks, podendo levá-los para qualquer lugar (menos para avião).
A velha bússola e o sextante, que já ajudaram muitos navegadores a descobrirem novas terras, também já eram. Hoje foram trocados por um aparelho chamado GPS, que indica a latitude e longitude exata (com erro de milésimos de grau) em qualquer parte do mundo; isto graças a informática, que pode colocar satélites em órbita da terra, e também proporcionar a recepção de dados via microondas em aparelhos deste tipo que cabem na palma da mão, seja no topo do Himalaia, seja no meio do Pacífico.
Alguém já teve a oportunidade de ver um Ford modelo T? Devia. Quem já teve esta oportunidade, fica imaginando como o homem pode em tão pouco tempo sair de uma “carroça” destas e criar carros como os da Fórmula Indy, que “voam” a mais de 350 Km por hora. Pura informática. Isso mesmo! Sem a mesma não seria possível fazer os cálculos e testes que são realizados para se projetar e construir um carro destes.
Mais um exemplo! Este texto que você está lendo agora também utiliza a informática. Ele foi escrito em um computador que acaba com aquele monte de folhas amassadas de papéis em um cesto de lixo do lado do escritor ou jornalista, pois é possível fazer e refazer quantas vezes quiser; corrigir, apagar, trocar de letra, etc. sem a necessidade de gastar papel.
Não se espante se um dia a sua geladeira falar que você esqueceu a porta aberta, ou se o carro perguntar para onde você quer ir. Isto serão os anos 2000. O pior de tudo é que quem não souber lidar com estes “brinquedinhos” inteligentes e bonitinhos, serão os analfabetos do futuro; não em letras, mas sim em informática.


Leia mais aqui: A informática no futuro 

(Fonte: http://www.michelazzo.com.br/textos/a-informatica-no-futuro#axzz1xQZ8IZO5)

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Steve Jobs

Steve Jobs

Steven Paul Jobs (1955 - 2011) foi um empresário e inventor americano, fundador e ex-presidente da empresa Apple, de eletrônicos e do estúdio de animação Pixar, e é considerado um dos maiores visionários dos últimos tempos.

Em 1976, Steve Jobs fundou aquela que se tornou uma das mais valiosas e inovadoras empresas do mundo, a Apple Inc. Steve Jobs é o pai de produtos revolucionários como o Macintosh, o iPod, o iPhone e o iPad, que mudaram para sempre o mundo da tecnologia.

Steve Jobs nasceu em San Francisco, seus pais lhe deram para adoção, pois não tinham condições de criá-lo. Com apenas 17 anos, Steve Jobs entrou na Universidade Reed College em Portland, Oregon e, depois de 6 meses, acabou abandonando, pois os custos eram muito altos e ele não tinha condições de pagar.

Steve Jobs foi o responsável por transformar a Apple na maior companhia de capital aberto do mundo em valor de mercado, e ele foi também um dos maiores defensores da popularização da tecnologia, e não apenas para as pessoas com maior poder aquisitivo.

Em 1984, Steve Jobs demitiu-se da Apple e fundou a NeXT, uma empresa de desenvolvimento de softwares, que eram direcionadas aos mercados de educação superior e administração. Porém, 12 anos depois, a Apple comprou a NeXT, e Jobs voltou a sua antiga empresa. Steve Jobs permaneceu na Apple, como CEO, até agosto de 2011, como CEO, inclusive reergueu a empresa de uma crise financeira, porém, devido ao estágio avançado de sua doença, achou melhor renunciar.

Além da Apple, sua carreira como empreendedor também não parou por aí, Steve Jobs também foi um dos fundadores da Pixar Animation Studios, empresa que criou alguns dos mais bem sucedidos filmes de animação de todos os tempos, incluindo Toy Story, Monsters Inc, Finding Nemo, Os Incríveis, Cars e Ratatouille. Em 2006 a Pixar foi comprada pela Walt Disney Company.

Steve Jobs, desde 2004, lutava contra um câncer no pâncreas, e faleceu em 05 de outubro de 2011.

(fonte:pensador.uol.com.br › autoressteve jobs)

Prólogo (É longo. Você pode pular se quiser.)
A linha do tempo a seguir foi feita a partir de uns oito livros, que listo abaixo, e vários sites. Com certeza há alguns erros e partes faltando, porque os livros muitas vezes se contradizem. Considero esta linha do tempo/biografia como uma versão alpha, então envie-me um e-mail (em inglês) caso haja um erro, dê-me uma fonte e eu faço as correções. Ah sim, imagens são bem-vindas.
Quando Bill Gates se aposentou da Microsoft, nós lhe demos uma comemoração durante uma semana e lhe desejamos tudo de bom em sua jornada pela filantropia em sua fundação. As idas e vindas de Steve Jobs foram menos cerimoniosas. Ele estava doente e a Apple tentou minimizar a doença e a importância de Jobs para a empresa para que ela, o trabalho da vida de Jobs, pudesse seguir em frente depois que ele se aposentasse. E eles fizeram tudo sem fanfarra, para que a empresa não parecesse muito dependente dele. Na segunda-feira passada, saiu o primeiro release à imprensa em meses com uma citação do Steve Jobs, e ele foi visto no campus da Apple. Ninguém em Cupertino deu muita importância a isso. Mas tem uma coisa: ninguém de nós quer mesmo acreditar que ele não é importante. É estupidez pensar isso, se você olhar para a vida dele e como o seu trabalho se encaixa na história. Quero dizer, este é o co-fundador da Apple adoecendo e aos poucos deixando para a geração futura o seu legado de 30 anos para a computação. Isto merece mais respeito, assim como no caso de Bill Gates se aposentando. Poucas notícias foram escritas nesse contexto.
Enquanto eu fazia pesquisa para este texto, encontrando artigos que esperava darem mais contexto aos eventos atuais, eu percebi que não havia uma boa referência para todas as pequenas histórias coletadas pelo Vale do Silício e além sobre a vida de Steve Jobs. As melhores informações vêm de livros e citações em artigos de revista aqui e ali, não da web. Portanto, foi difícil encontrar uma boa referência online que daria um contexto melhor a tudo que está acontecendo hoje.
Então comecei a coletar informações aqui e ali, e achei proveitoso documentar esta vida notável, em vez de reduzi-la a um boato atrás do outro sobre hospital ou transplante. De certa forma, isto dissolveu um pouco da culpa que sentia sobre monitorar a saúde de alguém como se fosse apenas uma notícia. Então eu continuei, até isto se tornar um registro de certa forma apresentável do que sabemos sobre Jobs. Até onde sei, este é o relato mais completo na internet.
Antes de começarmos, gostaria de evitar o costume de colocar as fontes no final do texto e colocá-las aqui, porque todos esses livros são bem incríveis e vale a pena dar uma olhada neles, se você se interessar. Dos três mais notáveis, o primeiro é o Apple Confidential 2.0, de Owen Linzmayer, que tem níveis exatos de detalhe quanto a datas, épocas etc. porém menos sobre a vida pessoal de Jobs. O segundo é The Little Kingdom, de Michael Moritz, repórter para o Vale do Silício e ex-repórter da Time, livro fora de catálogo pelo qual paguei caro no eBay. Por fim, Revolution in the Valley, de Andy Hertzfeld , um dos criadores do Mac (também disponível na web em folklore.org) que conta quase 100 histórias pessoas sobre o desenvolvimento do Mac. Você vai sentir como se estivesse lá. Eu ainda não terminei a lista abaixo, mas vou atualizar esta linha do tempo à medida que surgirem mais detalhes.
• Apple Confidential 2.0 por Owen Linzmayer
• The Little Kingdom: The Private Story of Apple Computer por Michael Moritz
• Revolution in the Valley por Andy Hertzfeld
• Inside Steve’s Brain por Leander Lahney
• iCon Steve Jobs: The Greatest Second Act in the History of Business por Jeffrey Young
• The Perfect Thing por Steven Levy
• The Journey is the Reward por Jeffrey Young
• West of Eden: The End of Innocence at Apple Computer por Frank Rose
Websites:
• Apple 2 History
• Linha do tempo da Cnet para os 30 anos da Apple
• Wikipédia sobre o Lisa, o MacSteve Jobs
• YouTube, Discurso de Steve Jobs para calouros de Stanford em 2005
• Folklore.org, página do livro Revolution in the Valley
• Entrevista do New York Times com Jobs durante a era NeXT
Perfil de Steve Jobs em 1988 da Businessweek

quarta-feira, 9 de maio de 2012

O espaço tempo

Em física, espaço-tempo é o sistema de coordenadas utilizado como base para o estudo da relatividade especial e relatividade geral. O tempo e o espaço tridimensional são concebidos, em conjunto, como uma única variedade de quatro dimensões a que se dá o nome de espaço-tempo. Um ponto, no espaço-tempo, pode ser designado como um "acontecimento". Cada acontecimento tem quatro coordenadas (t, x, y, z); ou, em coordenadas angulares, t, r, θ, e φ que dizem o local e a hora em que ele ocorreu, ocorre ou ocorrerá.
Pontos no espaço-tempo são chamados de eventos e são definidos por quatro números, por exemplo, (x, y, z, ct), onde c é a velocidade da luz e pode ser considerado como a velocidade que um observador se move no tempo. Isto é, eventos separados no tempo de apenas 1 segundo estão a 300.000 km um do outro no espaço-tempo.
Assim como utilizamos as coordenadas x,y e z para definir pontos no espaço em 3 dimensões, na Relatividade especial utilizamos uma coordenada a mais para definir o tempo de acontecimento de um evento.
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Da mesma forma que em geometria em 3 dimensões os valores para as coordenadas x,y,z e t dependem do sistema de coordenadas escolhido e isto inclui escolher a direção do eixo de tempo. Isto porque dois observadores em sistemas de referência em movimento possuem eixos de tempo em direções diferentes. O que para um observador em repouso em um dos referenciais é apenas direção temporal, para o outro em movimento relativo é uma mistura de espaço e de tempo. Este é um dos pontos fundamentais da relatividade especial. No entanto esta mistura não é percebida no dia a dia devido a escala de velocidades a que estamos acostumados. Da transformação de Lorentz, as coordenadas de um sistema em movimento com velocidade v na direção do eixo x de um outro referencial são dadas por:
x^\prime = \gamma ( x - v \cdot t )
t^\prime = \gamma ( t - \frac{v}{c^2} x)
Onde:
\gamma = \frac{1}{ \sqrt{1 - \frac{v^2}{c^2} }  }
é chamado de fator de Lorentz. Este fator, mesmo para uma velocidade extremamente alta para o nosso padrão diário, como uma velocidade de 16 km/s, ou 57 600 km/h, que é a velocidade média da Voyager, um dos objetos mais rápidos construídos pelo homem [1], seria de :
\gamma = \frac{1}{ \sqrt(1 - \frac{16^2}{300000^2}) } = \frac{1}{ 0,99999999857777777676 } = 1,00000000142222222526
E o fator de mistura entre tempo e espaço na transformação de Lorentz (o termo que multiplica x na coordenada de tempo do sistema em movimento, dado acima) seria de :
 \frac{v}{c^2} = \frac{16}{300000^2} = 0,00000000017777777777
Portanto, o fator adicionado à coordenada de tempo é praticamente zero. Nas velocidades as quais estamos habituados no dia a dia a diferença entre espaço-tempo e um espaço de 3 dimensões parametrizado pelo tempo é irrelevante. Mas não para outros ambientes no universo, ou mesmo em laboratórios de física de partículas.



(Fonte:http://pt.wikipedia.org/wiki/Espa%C3%A7o-tempo)

Como os dinossauros viveram na terra (Teoria de Brian J. Ford)

Um professor da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, afirma que os dinossauros podem ter vivido de uma maneira bem diferente do que imaginamos. Segundo Brian J. Ford, as caudas desses répteis gigantes eram grandes e pesadas demais, além de seus pés serem muito pequenos, o que seria um estorvo para caçar outros animais em terra. O biólogo acredita que na verdade esses animais viviam em lagos com profundidades entre 4,5 e 9 m, ambiente no qual a cauda ajudaria eles a nadar. As informações são dos sites dos jornais britânicos Telegraph e Daily Mail.
Ford afirma que isso explicaria porque as pegadas de dinossauros são tão comuns, ao contrário das marcas das caudas dos animais, o que indica que não tocavam o chão. "Toda vez que você vê essas imagens, elas são sempre as mesmas. Esses enormes dinossauros pisando em áridos desertos, levantando suas enormes caudas como se eles estivessem procurando por uma presa. Isso não faz sentido. Agora imagine que essa paisagem tem água. Isso repentinamente faz sentido. A enorme cauda está flutuando, bóia na água. Torna-se uma ajuda para nadar", diz o professor em entrevista.
Paul Barrett, paleontólogo do Museu de História Natural, de Londres, também em entrevista, diz que a teoria de Ford não se sustenta. Conforme o cientista, essa ideia já foi "muito popular por volta dos anos 1920, mas desde a década de 1960 nós temos demonstrados com a ajuda da engenharia (...) que os dinossauros tinham força muscular mais do que suficiente em suas pernas para se deslocarem com facilidade em terra".


(fonte: http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI5700563-EI8147,00-Em+teoria+polemica+cientista+diz+que+dinossauros+viveram+na+agua.html)