Ford afirma que isso explicaria porque as pegadas de dinossauros são tão comuns, ao contrário das marcas das caudas dos animais, o que indica que não tocavam o chão. "Toda vez que você vê essas imagens, elas são sempre as mesmas. Esses enormes dinossauros pisando em áridos desertos, levantando suas enormes caudas como se eles estivessem procurando por uma presa. Isso não faz sentido. Agora imagine que essa paisagem tem água. Isso repentinamente faz sentido. A enorme cauda está flutuando, bóia na água. Torna-se uma ajuda para nadar", diz o professor em entrevista.
Paul Barrett, paleontólogo do Museu de História Natural, de Londres, também em entrevista, diz que a teoria de Ford não se sustenta. Conforme o cientista, essa ideia já foi "muito popular por volta dos anos 1920, mas desde a década de 1960 nós temos demonstrados com a ajuda da engenharia (...) que os dinossauros tinham força muscular mais do que suficiente em suas pernas para se deslocarem com facilidade em terra".

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